03/07/2011

Agradecimentos mais que especiais



Hoje queremos dedicar nossa notícia aos amigos, parceiros e voluntários que, juntamente conosco, ajudaram a creche do Frei Damião (CEI Ulysses Guimarães).
Foram arrecadados mais de 300Kg de alimentos, entre feijão, arroz, carne, peixe e verduras! Ficamos felizes em saber que a comunidade de Palhoça e da grande Florianópolis prontamente se dispôs a ajudar a creche. Também queremos agradecer aos parceiros de outras cidades do Brasil que, ao receberem nosso pedido de ajuda, nos enviaram valores em dinheiro para que esses alimentos pudessem ser comprados.
O nosso muito obrigado! Nossas crianças também agradecem (e de barriga cheia)
Equipe de Comunicação
CADI/SC

Escolinhas de Atletismo de Palhoça

 Escolinhas de Atletismo de Palhoça

Após participar da 2ª Corrida Para a VIda e da 9ª Etapa do Ranking da Acorsj no dia 06 de novembro, as crianças da Escolinha de Atletismo da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer de Palhoça participaram da Corrida Rústica da Proclamação, em Santo Amaro da Imperatriz, no dia 15 de novembro, onde participaram mais de 35 atletas de Palhoça, com idade até 15 anos.

Os Atletas palhocenses trouxeram ao todo 7 troféus de 1º lugar, 5 medalhas de 2º lugar e 4 Medalhas de 3º lugar.

Os alunos Felipe Bruno M. da Rosa, Letícia B. de Oliveira, Amabile M. Machado, Isabela Cristina, Luana Juntis, Marcos Machado e Diogo Machado foram os vencedores em suas cateorias.

A Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer de Palhoça parabeniza o sparticipante e o Profº Luiz Totó, além de agradecer o apoio da Jotur no transporte das crianças para o evento.

POR QUE APADRINHAR?


Fome… Frio… Desigualdade… Trabalho infantil… Educação precária… Marginalidade… Moradias inadequadas… Falta de saneamento básico… Precariedade nos atendimentos de saúde… Quais são as chances de uma criança se desenvolver em um ambiente assim? Qual será o seu futuro?
Essas perguntas não são fáceis de responder, mas alguém precisa fazer algo… Ter uma iniciativa… É preciso que alguém que se importe e decida ajudar…
PAI (Programa de Apadrinhamento Infantil) foi criado para garantir oportunidades de desenvolvimento às crianças e adolescentes nos locais onde o CADI atua, através de ações relevantes aplicadas nas diversas dimensões da vida. Sua adesão a este programa é um compromisso e uma oportunidade de investimento, esperança de futuro, e transformação da vida de uma criança/adolescente.
Seja um agente transformador!
É este o legado que podemos deixar para a humanidade!
Apadrinhe: Invista na vida e no futuro de uma criança/adolescente com apenas R$ 55,00 (cinqüenta e cinco reais) mensais, pelo período mínimo de 12 meses.
Através desta contribuição, você auxilia o CADI a realizar seus projetos.

29/06/2011

Pense nisso !!!

Crianças de rua são crianças?

Por todo lugar que passamos, há crianças de rua, e mais, crianças de rua que trabalham, pedem esmolas, são os “homens da casa” podendo assim dizer. O analfabetismo, a pobreza, a violência, é reflexo, as crianças que não têm infância vivem uma infelicidade, deveriam estar na escola, mas aprendem na rua, se alimentam no chão, se mantêm da pura -bondade- das pessoas que estão à volta, e não o bastante é uma tarefa lucrativa para a família destes.

Talvez o maior vilão que pode vir à cabeça no momento, é a bolsa família, criada pelo presidente Lula, quando retirada a bolsa escola, ficou claro, que a condição não era levar as crianças para a escola, mas “ser pobre” como fica exaltado pelo senador
Cristovam Buarque, sobre a bolsa família. A bolsa escola como sabemos, tinha a condição das crianças estarem na escola para o benefício, isto fazia aumentar a educação, em consequência, melhoria da cultura, menos crianças nas ruas, menos crianças nos trabalhos escravos das ruas, menos violência, e muitos outros benefícios sociais, que infelizmente perdemos. Hoje, a maiorias das crianças de rua não vão para a escola, e alimentam a violência, perdem a educação e a infância, uma chance de saber os sabores da vida, e quanto maior o número de crianças de rua, maior será os problemas sociais causados por isto.

Quando criada a bolsa família, ela simplesmente virou uma junção das outras bolsas antes existentes, incluindo a bolsa escola, este tipo de benefício causa um mal ainda maior, pois se beneficiado por número de pessoas, visando um lucro maior, as famílias carentes tendem a ter mais filhos, mais trabalhadores de rua “mais dinheiro no bolso” já que não é preciso estar na escola para receberem o benefício, ganham uma bolsa de bom tamanho, e de quebra ainda podem ter os filhos trabalhando para si, ou apenas pedindo esmolas.


Uma criança, quando aos seus cinco anos de idade, já está na escola, que consegue completar o ensino médio, e que consegue entrar numa faculdade, fazer curso técnico, que hoje estão abertos para toda a população, uma pessoa que passa por isto tem a chance de trabalhar honestamente, conseguir emprego, renda, sem precisar da violência para tal, sem precisar do roubo, sem precisar expor filhos para o trabalho nas ruas, sem precisar do benefício de bolsas, tem a chance de saber como é a vida no lado bom, tem a chance de viver num mundo melhor.

10 MOTIVOS PARA NÃO DAR ESMOLAS NEM COMPRAR PRODUTOS DE CRIANÇAS NOS FARÓIS:

1. Dar esmola ou comprar produtos de crianças nos faróis ajuda a mantê-la em situação de vulnerabilidade social, perpetuando a pobreza.

2. Criança que fica nos faróis tem sua infância roubada.

3. Cada criança recebe, em média, R$ 30,00 por dia nos faróis, mas dois terços desse valor vão parar nas mãos do aliciador.

4. O ganho mensal das 2 mil crianças que trabalham nos faróis é de cerca de R$ 2,1 milhões por mês, ou seja, em torno de R$ 25 milhões por ano (incluindo comida, roupa, presentes etc.), quantia que, se direcionada de forma séria e organizada, ajudaria no combate ao trabalho infantil.

5. Nas ruas, a criança está exposta a três tipos de violência: física, moral e sexual.

6. Os produtos vendidos por crianças nas ruas ou são roubados ou são de procedência ilícita e duvidosa.

7. Lugar de criança é na escola e em atividades no pós-escola.

8. A SMADS tem programas que oferecem à criança e à sua família acesso aos serviços públicos governamentais e não-governamentais, como os programas Ação Família – viver em comunidade e São Paulo Protege.

9. Com o São Paulo Protege, a SMADS já retirou do trabalho infantil urbano 2.639 crianças e adolescentes e as incluiu no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), em 17 meses.

10. Em vez de dar esmolas ou comprar produtos de crianças nos faróis, faça doação ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Fumcad) ou diretamente às organizações sociais que trabalham de forma séria e comprometida para tirar as crianças da rua.

Campanha “Não Dê Esmola” chega ao bairro

A campanha “Não dê esmola à criança em situação de rua”. O evento, que teve início na sexta-feira (3), visa desestimular a doação de dinheiro a crianças e adolescentes em situação de rua. O objetivo é conscientizar motoristas, pedestres e moradores da região quanto aos riscos das crianças que vivem em situação de mendicância. A campanha  é uma ação realizada pelo Conselho Comunitário da Parangaba, juntamente com o Ministério Público do Ceará e o apoio da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Em sua terceira etapa, a campanha já foi realizada nos bairros Parangaba (SER IV) e Bela Vista (SER III).